Dicas Minha loja no Marketplace: Dicas para quem vai iniciar!

Minha loja no Marketplace: Dicas para quem vai iniciar!

Por Bruno Ananias em 15 de maio de 2017

Você já ouviu falar sobre Marketplace? Vamos mergulhar neste assunto e ver algumas dicas para entrar nesta modalidade de negócio e fazer sua loja vender ainda mais através dela.

Mais afinal! O que são Marketplaces?

O marketplace não é um conceito novo. No Brasil, ele começou a ser implementado em 2012. Agora, muitas grandes empresas digitais já aderiram. Alguns exemplos são o B2W – fusão entre Lojas Americanas e Submarino, a Livraria Saraiva, o Walmart, entre outras.

Para crescer e expandir seu negócio, muitos empreendedores optam por investir nos marketplaces, plataformas virtuais que oferecem a possibilidade de criar uma extensão do seu e-commerce próprio, com toda infraestrutura e apoio necessários para expandir os negócios no ambiente digital.

A maioria ou boa parte das plataformas de e-commerce já se integram com esses Marketplaces, expandindo seu potencial de alcance de público, os números são expressivos e convidadtivos.

Como funciona um Marketplace

 

Mas você sabe como criar uma loja que chame a atenção do consumidor e que te ajude a aumentar as vendas?

Se não, confira algumas dicas para criar sua página e obter excelentes resultados!

 

1) Pesquise o seu público-alvo

Quanto mais detalhes você tiver do consumidor, melhor. Assim você terá uma divulgação mais efetiva e consequentemente mais vendas. Saber quais são os interesses desse público e o que faz com que eles decidam comprar lhe ajuda a:

– Ter mais clareza para decidir quais produtos devem estar em linha;

– Definir o preço do produto;

– Atrativos para chamar mais atenção do cliente em sua loja (cores, estilo das fotos, a tipografia etc);

Loja profissional criada de acordo com o público alvo

 

 

2) Utilize um nome criativo para sua loja

Ao pensar no nome do seu e-commerce, é importante compreender que ele deverá ter valor próprio e marcar presença. Por isso, para fugir do óbvio ao criar um nome, lembre-se:

  • Dê preferência a nomes simples e fáceis de serem lembrados;
  • Fique atento se o nome escolhido é fácil de ser pronunciado;
  • Evite associações impróprias ou pejorativas;
  • Quando você tiver escolhido algumas opções, faça uma pesquisa informal e veja a opinião de familiares e amigos;
  • Não se esqueça de verificar a disponibilidade do domínio!

 

3) Crie a identidade visual da sua marca

A identidade visual é o conjunto de elementos responsável por facilitar a identificação de uma marca ou até mesmo de uma ideia. É importante que o futuro vendedor faça uma análise do seu e-commerce como se fosse uma pessoa, tentando identificar como ele seria e sua personalidade.

O visual da loja deve representar a essência da sua marca. Então, transmita sua dedicação e até mesmo sua personalidade na identidade visual da loja.

Exemplo de uma loja profissional de nicho criada para o ramo de personalização por meio de impressão e sublimação. A mesma identidade pode e deve acompanhar as páginas dentro de sua atuação no marketplace.

Identidade de uma loja virtual profissional

 

4) Invista em boas fotos

Na internet, seu cliente não pode tocar ou experimentar o produto. Portanto, uma boa foto é essencial! Imagens claras, sem sombras e focalizadas são vitais para atrair a atenção de clientes e passar uma imagem profissional do seu trabalho. Hoje em dia, é possível tirar fotos de boa qualidade em casa com equipamentos muito simples. Basta uma câmera portátil e uma janela com bastante luz natural.

Para ter boas fotos, minhas principais dicas são:

  • Veja se a foto está nítida e bem focada: ao clicar, evite chegar muito perto do produto com a máquina, porque certamente a foto desfocará. Para conseguir clicar produtos pequenos, use sempre a função “macro” (ícone da florzinha) de sua câmera digital. Tire a foto a uma distância superior a 40 cm e evite utilizar o zoom para fazer a aproximação;
  • Evite utilizar o flash: o uso do flash deixa a cor do seu produto distorcida e com efeito chapado. Dê preferência à iluminação natural ou utilize um estúdio fotográfico – que pode ser feito em casa;
  • Preocupe-se com o fundo da imagem: você pode optar por tirar uma foto mostrando apenas o produto contra um fundo liso e nada mais. Nesse caso, fica bacana preparar o fundo com cartolina, EVA de cor clara ou madeira clarinha. Evite usar tecido de fundo pois os “amassadinhos” sempre aparecem na foto;
  • Tire fotos de diversos ângulos: quanto melhor o cliente entender o seu produto, maiores as chances de venda, portanto não economize nos ângulos.

 

5) Crie as políticas da sua loja

Toda bom e-commerce que se preze deve investir tempo para criar suas políticas e redigí-las de forma bem clara e objetiva. Elas ajudam a proteger cliente e vendedor e conseguem evitar desentendimentos, além de transmitir muito mais credibilidade e profissionalismo ao seu negócio. Confira algumas dicas para redigir suas políticas de venda:

  • Seja informativo: esse é o lugar onde você pode detalhar seus processos. O que o cliente precisa saber antes de comprar?
  • Seja positivo: seja simpático e evite frases como “Eu me eximo de quaisquer responsabilidades”. Crie políticas que você também gostaria de ler se fosse um comprador!
  • Pesquise: dê uma olhadinha nas lojas que você admira e se inspire para criar suas próprias políticas;
  • Seja justo: políticas são projetadas para proteger você e seus compradores. Com segurança, você inspira confiança;
  • Seja simples: textos desnecessariamente longos não são interessantes para seu cliente. Redija suas políticas de forma clara e objetiva;
  • Seja esperto: caso receba com frequência a mesma dúvida de diferentes compradores, considere incluir a resposta em suas políticas. Isso poderá ajudar a pular a etapa do contato prévio e agilizar a venda.

 

 

Até então as dicas dadas, servem tanto para criação de um novo e-commerce como para quem pretende atuar dentro de um marketplace, a partir de agora vamos abordar alguns aspectos específicos do assunto:

 

E-commerce x Marketplace

O e-commerce é uma loja virtual em que uma empresa vende seus próprios produtos. Enquanto isso, o marketplace é uma plataforma mediada por uma empresa, em que vários outros lojistas podem se cadastrar e vender.

Entenda melhor com um exemplo prático, do ponto de vista do usuário.

No caso de um e-commerce, você entra no site da Loja X e escolhe uma geladeira que é vendida e enviada pela própria Loja X.

No caso de um marketplace, você pode entrar no site da Loja X e escolher uma geladeira que está sendo vendida e enviada pela Loja Y.

Para os usuários, o marketplace representa mais praticidade. Afinal, ele pode ver, em um único site, ofertas de vários vendedores. Assim, é possível comparar e escolher o melhor preço facilmente.

Além disso, ele pode comprar de várias lojas diferentes e efetuar apenas um pagamento, em vez de passar por múltiplos processos de pagamento em vários sites.

Enquanto isso, para os lojistas, ele é sinônimo de colaboração. Anunciando seus produtos nos marketplaces, as empresas – grandes ou pequenas – ganham mais visibilidade e conseguem alavancar as vendas.

 

O conceito dos Marketplaces

O conceito é o mesmo que justifica o sucesso de uma loja física em um shopping center. As pessoas podem entrar para comprar o produto de outra loja, mas veem os produtos na sua vitrine e acabam comprando também.

O marketplace é uma vitrine em um shopping center virtual.

Além da visibilidade, as empresas também ganham em reputação junto ao consumidor. Quando uma loja menor, menos conhecida, coloca seu produto no marketplace de um gigante do mercado, consegue quebrar algumas objeções de compra ligadas tipicamente à falta de confiança.

 

Veja como funciona o Marketplace:

Se você quiser fazer negócios em um marketplace, o processo é simples, mas requer atenção.

 

  • Você deverá fazer um cadastro da sua empresa e dos seus produtos.

Então seus produtos passam a ser divulgados. Eles aparecem em pesquisas e são sugeridos aos usuários, de acordo com seu histórico de buscas e compras.

 

  •  Esteja atento à comissão cobrada pela empresa que gerencia o marketplace.

A comissão corresponde a um valor que vai de 9.5% a 30% de cada venda realizada. A variação corresponde ao nível de divulgação que você solicita durante o seu cadastro: quanto maior a visibilidade dos seus produtos, maior também a comissão.

Sabendo disso, você precisa avaliar a viabilidade de entrar em um marketplace.

  • Será que a sua margem de lucro resiste ao custo do produto, associado ao custo da comissão?
  • Ou, será que o aumento esperado no volume de vendas vai compensar a redução na margem de lucro?
  • Ou, ainda, será que o marketplace vai alavancar as vendas mas canibalizar a lucratividade?

 

  •  O marketplace também possui um prazo para liberação dos valores que você recebe em vendas.

Este prazo varia de 02 a 45 dias, contados a partir da postagem ou entrega do pedido. É uma maneira de garantir que você vai atender devidamente aos clientes.

Considere estes fatores e faça uma análise de viabilidade financeira detalhada antes de decidir se vale a pena implementar o marketplace.

 

  • Outro ponto que precisa de atenção é a escolha do marketplace ao qual você vai associar sua empresa.

O público que visita cada um pode ter perfis ligeiramente distintos, tanto em relação a fatores demográficos quanto interesses.

Por isso, é importante cadastrar-se no marketplace que apresenta usuários mais alinhados com o perfil dos seus clientes.

 

  • Finalmente, leia também as políticas e termos do marketplace escolhido.

Você tem a obrigação de adequar-se a estas condições. Do contrário, pode receber denúncias dos clientes e ser retirado da plataforma, ou punido de outras maneiras.

Tenha em mente que as empresas que mantém um marketplace são muito rigorosas com o cumprimento de normas. Afinal, sua reputação está em jogo.

 

E então? O que achou do nosso artigo?

Deixe suas dúvida e comentários sobre o assunto e continue acompanhando nosso blog para mais conteúdos como este!

 

Se você tem o desejo de anunciar em um marketplace mas ainda possui dúvidas sobre o assunto, converse com especialistas de confiança e descubra qual o melhor caminho para o seu negócio. A nossa dica é: Nunca deixe de investir em sua loja virtual própria, ela sempre será sua principal fonte de renda, seu cartão de visita e sua página de referência.

 

Fonte: marketingdeconteudo e ecommercebrasil

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